Ando assustado com tanta desinformação com a sua saúde.

Desinformação esta que cobra um preço caro.

Dia após dia vejo pessoas adoecendo, perdendo os seus melhores anos, ficando prisioneiras de doenças crônicas em nome de “verdades incontestáveis” que não passam de mitos médicos.

É preciso dar um basta.

Já são 45 anos de estrada na carreira médica, 149 trabalhos científicos publicados, 38 livros produzidos. Tornei-me um cardiologista respeitado, um nutrólogo pioneiro e um dos maiores nomes em saúde natural.

E, ainda assim, todos os dias encontro uma batalha nova para travar contra a Indústria do Adoecimento.

Agora eu te darei uma alternativa muito mais segura e ainda terapêutica para você cozinhar seus alimentos.

Nem milho, nem soja ou canola.

O que chamei de óleo do infarto são os óleos vegetais de milho, soja, girassol até mesmo o canola (que é vendido como o suprassumo dos óleos vegetais).

Todos esses, sem exceção, são venenos que só servem para entupir suas artérias e te aproximar das doenças cardiovasculares.

São produtos poli-insaturados, têm ômega 6 e ômega 9 não saudáveis e pró-inflamatórios.

Um dos mais prejudiciais é justamente um dos mais recomendados. Se os testes fossem feitos com seriedade, o canola, para mim, já estaria proibido.

Ele advém de uma planta denominada colza que antes de ser modificada geneticamente produzia uma quantidade enorme de ácido erúcico que é tóxico para o coração.

Com a modificação genética a produção de ácido erúcico diminuiu bastante, mas ainda ficaram resquícios – água mole em pedra dura tanto bate até que fura!!!

Esses óleos vegetais poli-insaturados sofrem hidrogenação parcial para aumentar o tempo de vida na gôndola e facilmente sofrem o processo de oxidação que as altas temperaturas da frigideira e do forno.

Cada garfada amplia a oxidação do seu organismo. Este estresse oxidativo é um risco para agravar muitas doenças. O problema é que quase nunca a responsabilização do adoecimento entra na fatura do óleo.

A maioria dos profissionais desinformados culpa a carne, o ovo, o torresmo. Não o óleo usado para agregar doença na sua comida. Você, obviamente, acredita. E toma decisões erradas.

Uma pesquisa feita com 9.423 pessoas – e publicada em um dos maiores jornais médicos do mundo, o Britsh Medical Journal (BMJ) – revelou que:

O consumo destes óleos não promoveu nenhuma proteção cardiovascular.

Existem caminhos muito melhores.

Falo, lógico, do óleo de coco.

Sempre fui um defensor deste superalimento funcional.

São dezenas de confirmações científicas sobre o benefício.

Entretanto, recomendá-lo ainda é um ato quase heroico.

Dia sim, dia também, entidades médicas juntam forças para difamar o óleo de coco.

Mas digo com todas as letras: use o óleo de coco!!!

O óleo de coco facilita a absorção de outros nutrientes tais como vitaminas e minerais, além de ser menos calórico do que os outros óleos.

Além disso, não requer insulina para o seu metabolismo.

Faça o teste em você mesmo.

Consuma o óleo de coco por duas semanas. Corte os outros óleos vegetais. E me conte depois os resultados.

Dr. Lair Ribeiro

Médico cardiologista, mestre em cardiologia, nutrólogo, professor e coordenador do curso de pós-graduação lato sensu Adequação Nutricional e Manutenção da Homeostase – Prevenção e Tratamento de Doenças relacionadas à Idade, da Uningá. Também é autor de mais de 100 trabalhos científicos, publicados em revistas médicas americanas indexadas, e de 38 livros (15 best sellers e 26 traduzidos para outros idiomas), disponíveis em mais de 40 países. Morou 17 anos nos Estados Unidos, trabalhando na Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University, além de atuar como diretor-médico na Merck Sharp & Dohme e diretor-executivo, alcançando a vice-presidência, na Ciba Corporation, hoje Novartis.

Todas as informações contidas nesse site foram disponibilizadas com o objetivo de ampliar seu conhecimento sobre saúde e qualidade de vida. Nunca faça uso dos conceitos aqui publicados sem antes consultar um médico de sua confiança! Lembrando que o Dr. Lair Ribeiro não realiza nenhum tipo de atendimento, dedicando seu tempo integralmente aos estudos sobre Medicina.